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Opinião: Com epidemia de gripe e caso da ômicron, eventos de fim de ano deveriam ser suspensos no ES

Com os números infelizmente expressivos de casos de gripe, com a variante H3N2, a confirmação de um caso da variante ômicron, da Covid-19, e a circulação comunitária dessa mesma variante, as festas natalinas e de fim de ano podem custar caro para o Espírito Santo, e principalmente para a Grande Vitória, na saúde.


Somente neste domingo (26), 389 pessoas foram atendidas no Pronto Atendimento de São Pedro, em Vitória, com queixas de síndrome respiratória. Na semana anterior, o total de atendimentos foi de 730. Ou seja, os números já aumentam expressivamente.

Além disso, há relatos de superlotação em diversos PAs da Grande Vitória: Glória (Vila Velha), Alto Lage (Cariacica), Praia do Suá (Vitória) e Serra Sede (Serra), são alguns exemplos.

O ES voltou a ter uma cidade classificada em risco moderado de Covid-19: Alto Rio Novo, na região Noroeste.

As secretarias de Saúde dos municípios citados dizem estar preparadas e com esquema especial de funcionamento neste fim de ano, mas quem deveria se adiantar são as secretarias de Cultura, suspendendo as programações neste fim de dezembro e no mês de janeiro.

Ainda não é o momento para grandes aglomerações, visto que além da pandemia de Covid-19, o Espírito Santo, assim com outros estados brasileiros, enfrentam um epidemia de gripe. E a vacina que irá conter a nova cepa da gripe Influenza só deve estar pronta em meados de março.

Em meio a essa situação, o pedido é que as pessoas mantenham todos os cuidados básicos de prevenção à Covid-19 e à Influenza H3N2: evitar aglomerações, utilização de máscara e higienização com álcool em gel ou 70º. Isso para que as atividades da cultura capixaba, entre outros diversos meios ligados ao entretenimento, voltem a ser suspensas e fechadas.

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