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The Solitaryman Monoband lança single "Eu que sou má companhia?"

O capixaba Cacá Cogo, com o The Solitaryman Monoband, em que o artista toca bateria, violão e canta, lançou o single Eu que Sou Má Companhia?. A música é uma prévia do novo EP que será lançado em breve.

Cacá Cogo, da The Solitaryman Monoband. (FOTO: Divulgação)
A música, divulgada no último domingo (7), está disponível no Band Camp e no YouTube. Em breve será disponibilizada em todas as plataformas de streaming.

O músico Cacá Côgo é conhecido por produzir conteúdo para internet como sessions semanais, lives, bate-papos com artistas conhecidos na cena independente e clipes. Tudo na base da "gambiarra", seguindo a máxima punk: "Do it yourself", seja gravando vídeos com o celular, criando e adaptando seu próprio equipamento, dentre outras coisas.

E a gravação não poderia ter sido diferente. Todo o processo experimental da gravação foi registrado em vídeo e aos poucos está sendo postado no Instagram e YouTube do capixaba.

Neste trabalho, o The Solitaryman Monoband,  para não se sentir tão solitário, teve alguns convidados. A produção, mixagem e masterização foi de Alex Mesquita Eleutério e Marcos Tadeu Gabriel, com o lyric vídeo pelo próprio Cacá Côgo, que é nascido em Muniz Freire, mas foi criado em Guaçuí, ambos munícipios do Sul do Espírito Santo.

A banda "solo"
The Solitaryman Monoband, projeto de punk rock de Cacá Côgo, surgiu em 2011 e tem cinco EPs. O último EP é intitulado Hipocrisia a Gente Vê por Aí, lançado em 2020.

No trabalho, o músico surge com letras atuais, explorando, ao longo das 6 faixas do trabalho, questões a respeito da hipocrisia dos que se dizem cidadãos de bem. Hipocrisia a Gente Vê por Aí traz quatro novas canções, além de duas que integraram o EP anterior, mas que agora estão remasterizadas.


A letra da música:
Tortura e morte à quem vacilou
E mais uma chance a um seu que errou
Protegem as crianças do abusador
Mas o nude da guria compartilhou

Depois eu que sou má companhia (2X)

Cadeia pra mina que abortou
Já o “aborto masculino” se legalizou
Defende a família com fé e fervor
Mas espanca o filho que afeminou

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