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PPM 2016: André Prando é finalista do prêmio

O músico e compositor André Prando, 25 anos, é finalista da segunda edição do Prêmio Profissionais da Música (PPM) 2016. O capixaba concorre ao prêmio na categoria 'Rock’n Blues' da modalidade 'Criação'. Desde as semifinais do prêmio o OMMC acompanha a participação do capixaba no PPM.

A lista com os finalistas de cada categoria, que passam para a última etapa de votação, foi divulgada na última segunda-feira (14) no site do prêmio. A votação dos jurados acontece até domingo (20). A etapa semifinal de votação aconteceu de 27 de fevereiro a 13 de março.

Os resultados finais do Prêmio Profissionais da Música serão anunciados nas cerimônias de premiação que acontecerão no Teatro Brasília, em Brasília (DF), nos dias 02 e 03 de abril, onde os escolhidos do ano receberão o troféu Fernando Brant. A entrada é gratuita e quem quiser assistir a premiação poderá retirar os ingressos no teatro. Saiba outras informações no site do PPM.

André Prando é finalista do Prêmio Profissionais da Música (PPM) 2016. Final acontece em abril no Teatro Brasília. (FOTO: Tati Hauer)
André Prando
André Prando tem ganhado espaço no cenário da música independente com um trabalho bem pisado no rock que explorando diferentes vertentes musicais, expressando sua identidade através de letras com forte cunho poético que estimulam a racionalidade e sensibilidade. Prando transpõe o campo musical buscando referências no cotidiano, literatura e na poética do que chama da "beleza do feio". Com voz e identidade marcante, chama atenção por sua performance visceral no palco.

Estranho Sutil, seu novo álbum, preenche o vão sugerido em seu primeiro disco, mostrando a que veio com uma estética híbrida. Lançado em abril de 2015, o disco de dez faixas, gravado no estúdio Torre Inc, em Vitória, com produção musical de Rodolfo Simor, traz músicas de uma leva mais antiga do compositor e músicas inéditas. A nova sonoridade explora uma linha psicodélica que sugere a percepção de temáticas do cotidiano e introspecções existenciais,  fazendo poesia do oculto e do real, colocando-os como um só. Estranho Sutil reforça o discurso da "beleza do feio" e o "estranho". O disco conta com oito composições de Prando, uma composição de Augusto Debbané – Vestido cor maçã – e uma música inédita de Sérgio Sampaio da década de 70 – Última Esperança.

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