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Trilha sonora e suas sensações

A música é uma arte muito marcante e transmite algum tipo de emoção para as pessoas. Devido a isso, os produtores de conteúdos usam muitos as trilhas sonoras como uma técnica de chamar atenção e de prender seus atuais e futuros clientes.

É quase impossível produzir algum produto criativo sem usar essa técnica. Em um filme de terror, por exemplo, a trilha sonora seria fundamental para passar a emoção.

Marcos Ribeiro é diretor geral da Rec, empresa de comunicação musical em Vitória. (FOTO: Divulgação)
Em todos os conteúdos existe uma mensagem chave, criada seguindo um briefing, que é um resumo enviado pela agência de propaganda dizendo exatamente quais são os objetivos a serem alcançados. 

Após esse momento as trilhas são uma grande aliada na produção dos trabalhos. Os produtores usam a mensagem para conduzir um tipo de emoção a seus consumidores, de acordo com o público-alvo. Passando essa sensação o objetivo principal será cumprido.

Marcos Ribeiro é proprietário e diretor geral da Rec, uma empresa de comunicação musical em Vitória. A empresa é produtora de áudio e está no mercado desde 1996, produzindo trilhas, jingles, spots, entre outros. 

Um dos grandes trabalhos criado pela empresa foi no final dos anos 90, em que foi produzido um jingle para a empresa Guaraná Coroa. A campanha consistia num personagem de animação no formato de uma garrafinha de guaraná, que vivia várias aventuras do cinema. O trabalho encantava as crianças ao ser exibido na televisão e foi um grande sucesso na época.

Nessa publicidade o musical foi essencial para o sucesso do comercial. Marcos comentou que tentou transformar as informações repassadas em uma música, o que deu muito certo. “Tentamos transmitir essa mensagem de forma mais eficiente e que grude na cabeça das pessoas, fazendo elas lembrarem sempre do produto ou da marca”, disse Ribeiro.



Marcos Ribeiro, que também é integrante da banda Fulldrive, afirma que a empresa é uma das referências no mercado, já tendo recebido estudantes de comunicação, a exemplo de uma equipe do Ecos Jr, da Ufes, além da participação em diversos eventos e palestras sobre o tema.

Segundo Pedro Caztilla, que é DJ e publicitário, a falta de uma trilha sonora num comercial não prende a atenção do público e certamente não será lembrada. “Não teria o mesmo impacto e consequentemente não traria o mesmo resultado. Provavelmente após a propaganda ser vista, seria esquecida pelo público”, garante.

Texto colaborativo com Acácio Rezende

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