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Cultura Plural: o pitching musical no primeiro dia do Formemus

O primeiro dia da 8ª edição do Formemus, este ano sendo realizado no Parque Botânico Vale, em Vitória - ótimo espaço para realização do evento - foi marcado pelo pitching musical, com participação de 12 artistas, grupo e bandas.

No pitching, os projetos selecionados apresentaram seu trabalho, com normalmente três músicas em cerca de 10 minutos, para uma banca de dezenas de players e profissionais do mercado musical.

Players que acompanharam as apresentações. (FOTO: Divulgação/Formemus)
Participaram Catia Gonzaga (RJ), Pedro Perez, Julia e as Choronas, Inseton, MC Versa convida Green Tea (SC), Mesa 3, Varanda (MG), Luiza Pastore, LyNDoN (DF), Vittor Adél (BA), Brandu (MG) e Fertarié.

Apresento minhas impressões sobre as apresentações: os maiores destaques, seguindo a ordem das apresentações, foram Julia e as Choronas, com suas músicas alternativas e grande performance conjunta, MC Versa convida Green Tea, em show de protagonismo feminino comandado por Andressa Versa, que se mostrou uma artista completa, e a banda Varanda, com a vocalista Amélia do Carmo, que melhor soube tomar o palco.

Foram apresentações consistentes, que aproveitaram melhor do tempo disponível no palco e que mais chamaram a atenção dos players presentes.

Não muito atrás, também foram muito bem Catia Gonzaga, Pedro Perez, Inseton e Luiza Pastore, também seguindo a ordem que se apresentaram. Catia trouxe a força do samba carioca, Pedro apresentou seu trabalho na sonoridade reggae, Inseton foi bem com o rock alternativo e Luiza Pastore teve boa presença de palco e novas sonoridades.

LyNDoN, Vittor Adél  e Brandu tem muito potencial para melhorar. LyNDoN começou tímido no palco e  para Adél e Brandu faltou um algo a mais. Os capixabas Mesa 3 e Fertarié tem muitas possibilidades , capacidade e talento, mas não se mostraram preparados para uma apresentação de pitching, como ficou visível na avaliação dos players.

No geral, o pitching abre novas oportunidades para todos os artistas que participaram. Cria uma visibilidade para melhorarem suas performances, propostas, apresentação no palco, nas redes sociais e nas plataformas de música, por exemplo. Para todos eles, se chegaram e foram selecionados, certamente não devem desistir. Esse é somente o início de uma grande carreira na música.


O autor
Gustavo Andrade - jornalista, criador e produtor do portal O Melhor da Música Capixaba

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