Lançado há cerca de um ano, o álbum “7º Funkstar”, do cantor, compositor, coreógrafo e dançarino Gabriel Maison, atingiu um marco expressivo: mais de 2 milhões de streams apenas no Spotify. O resultado representa não só o crescimento do artista, mas também um avanço simbólico para o funk capixaba, que vem ampliando sua presença no cenário nacional.
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| Álbum de Gabriel Maison tem sete faixas. (FOTO: Divulgação) |
Misturando influências do funk capixaba, carioca e paulista, o álbum cria uma identidade própria. Além das batidas marcantes, o trabalho transmite mensagens de celebração e gratidão, evidentes já na faixa de abertura, “Hoje o Sol Tá de Pocar”, que utiliza o sol como símbolo de energia e renovação.
"O álbum mistura influências de diferentes vertentes do funk, passando pelo funk capixaba, pelo funk carioca e também pelo funk paulista, criando uma identidade sonora própria. Além da batida envolvente, o projeto traz uma mensagem de celebração da vida e de gratidão", conta.
Reconhecimento
Mesmo recente, o projeto já foi indicado ao prêmio “Melhores do Ano 2025”, reforçando seu impacto cultural no Espírito Santo. Entre os maiores sucessos estão “Vou Brotar na Adega” e “Novinha Embica”, que ultrapassaram 650 mil streams cada e alcançaram ouvintes de diferentes estados.
Outras faixas também ganharam destaque em nichos específicos, como “Pra Fumar Ela Dá”, que valorizou o funk capixaba raiz e impulsionou o Passinho do Beat Fino, coreografia criada por Gabriel Maison e viralizada nas redes sociais. Já “Fincada nas Tchucas” se destacou em plataformas como TikTok e Reels no Instagram, com um refrão de forte apelo popular.
Como parte da divulgação, Gabriel Maison realizou performances em sete cidades do Espírito Santo: Vila Velha, Santa Teresa, Linhares, Baixo Guandu, Ibiraçu, Colatina e Marilândia. Em locais públicos e pontos turísticos, o artista apresentou coreografias inspiradas no álbum, aproximando-se diretamente do público.
As apresentações geraram repercussão e debates nas redes sociais, algo que o artista considera natural no processo artístico. O encerramento da turnê ocorreu em Aimorés (MG), onde o cantor surpreendeu-se com a receptividade de pessoas de diferentes idades.
Estratégia digital
Após esse período, o capixaba fez uma pausa por questões pessoais, concentrando a divulgação no ambiente digital. Ainda assim, o álbum continuou crescendo, consolidando-se como um dos principais projetos independentes do funk capixaba.
Para o artista, o sucesso vai além dos números. Ele destaca a importância de acreditar nos próprios sonhos, mesmo diante de desafios comuns à carreira independente, como falta de apoio e reconhecimento.
Com mais de 2 milhões de streams em menos de um ano, Gabriel Maison fortalece sua trajetória e contribui para dar visibilidade ao funk capixaba, incentivando novos talentos da música brasileira.




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